sábado, 23 de julho de 2005

Conheço a Luciana Cristina há 10 anos, desde os tempos em que comíamos bolacha de brigadeiro nas aulas do cursinho. Faz tempo né, fia?
Nem ela tinha aquelas malditas linhas de expressão que outro dia reclamava por telefone e nem eu alguns cabelos brancos fugitivos que despontam aqui ou ali...

Fora isto, num rápido balanço de 10 anos, a constação é que as nossas questões basicamente sempre foram as mesmas: desempregados qualificados, fodidos de grana, sempre cheios das bizarrices da vida em família e amadores na matemática dos relacionamentos.

Mas isto não quer dizer que no auto dos nossos quase 28, nada tenha mudado. Muito pelo contrário.

Nosso mundinho (ou espaço psíquico) é ampliado em espiral: sempre com as mesmas questões, mas com um ponto a mais.
Compreende?

É nessas horas que adoro a psicanálise e amo os meus 27 anos e 8 meses.
De resto, nada que o Mastercard não resolva.

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