sábado, 20 de agosto de 2005

Conta a astrologia, que alguns ciclos de nossas vidas são governados pelo trânsito de saturno que, em miúdos, significa o retorno do 6o. planeta de nosso sistema solar ao ponto em que estava no momento em que nascemos.

Aos 7 anos, momento da primeira quadratura, ocorre a mudança da dentição, aos 14, na primeira oposição, vem a adolescência que, por definição, nunca é igual à dos estudantes da Tilibra: tudo se torna perigosamente sexualizado, não entendemos o código do mundo dos adultos e, ainda, acordamos com um corpo que não era nosso.
Já na segunda quadratura, por volta dos 21, somos tacitamente obrigados a entrar de cabeça no universo dos adultos. Não dá mais pra voltar mas, ao mesmo tempo, fica tão complicado ir para frente...

Finalmente aos 28, como em todo trânsito de Saturno, ocorre um doloroso rito de passagem, envolvendo responsabilidades, desta vez maiores do que nunca. A partir deste período, muitas coisas que antes eram parte de uma gama de opções se tornam definitivas. É o momento de determinar o que vai dar impulso aos próximos 28 anos e tudo o que é decidido tem sua repercussão e conseqüência.

E segundo esta moça,
"Este período representa também o fechamento sobre todo o passado de dependência familiar, uma liberação final de tudo que ligava às servidões da infância e da adolescência, uma aquisição definitiva de autonomia. É o ponto final do caminho de relaxamento de responsabilidades dos pais sobre os filhos."

* * *

Por essas e outras, é que acredito em astrologia.
Sim, sim.
Em tempo, o Copan me espera.
É só o administrador-obstáculo aceitar a minha papelada.

E que venha saturno.

3 comentários:

Lia disse...

Retorno de Saturno.
Oh, sim.
O meu é só ano que vem, mas já está levantando a poeira há um tempinho.
E aí, te vejo em curitiba esse ano de novo?

Leitor disse...

Acabei de completar meus 28, mas se continuar do jeito que está...

matheus disse...

COPAN? Fina! Eu acho que gostaria de morar lá, mas não sou hype o suficiente. Ah sim, porque para morar lá, tem que ser hype - até os velhinhos que moram lá são.