domingo, 22 de outubro de 2006

Repertório

Quesito fundamental esse do título, sabe?

Na sabedoria de uma criança de 4 anos, certa vez, foi traduzido assim:
Como a gente cresce?
A gente não cresce com água.
A gente cresce com aniversário.

então...

...vamos espantar a poeira.
Façamos um sopro bem forte

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

.

Processos de tomada de consciência são dolorosos.
É tomar consciência da consciência que se tem.

Gotas de sabedoria Ediouro informou.

domingo, 27 de agosto de 2006

1 ano

Nem as cartas do tarô,
nem o caso do acaso poderiam prever.

Hoje, 1 ano sentindo no ar o dom de querer bem.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

Cobiça

Thiago, o meu amigo Dom Quixote, é quem sabe das coisas:

http://www.christopher-meloni.com/

- Melhor tiozinho ever.

E a boca miúda "diz que" se procurar no you tube por beecher keller é possível vê-lo dando uns amassos no companheiro de cela.

Uau.

domingo, 13 de agosto de 2006

www.myspace.com

http://www.myspace.com/marcogori

Realmente o Myspace é o futuro

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Macaroni!

insanidade reloaded

Já passa das dez da noite.

Estou com impulsos incontroláveis de passar no Pão de Açúcar e comprar uma lata de Leite Moça.
Leite Moça, manteiga, Nescau e granulado = brigadeirão.

Sou uma pessoa normal?
Psicanaliticamente, luto é o processo de livrar-se do objeto de amor.
Estou, então, de luto declarado pela ingenuidade utópica tipíca dos que têm menos de 25 perdida.

Entenda ingenuidade utópica como a certeza de poder ajustar o mundo aos nossos desejos.

lucidez

Os meus momentos de lucidez realmente me deixam orgulhoso.

segunda-feira, 31 de julho de 2006

O semestre mal começou e já tenho administrado crises.
Talvez na próxima encarnação eu deseje ser Telemarketing.
É.
Sair gerundiando por aí seria muito mais fácil.

update

agora sim

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Pequenas crises

Um dos males da tecnologia é a velocidade.
Já repararam o quão acelerados estamos?
Por essas, no fluxo acumulado de papéis e de tarefas, só sei que por hora quero reinventar a preguiça.
Condição sine qua non para a felicidade.

quarta-feira, 26 de julho de 2006

Sinestesia Urbana

O toque final, ali em cima, bem no topo, foi dado pelo meu querido.
Você é um anjo.
Te adoro.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Nota mental



Sabe, eu não tiro mais a minha barba com medo de ficar com essa cara aí.

Algo a comentar Dinorah?

sábado, 18 de março de 2006

Sinestesia Urbana

Foi um jejum de um mês.
Um mês, é.
Mas digo que fora um jejum forçado pelas tarefas que quase me engoliram por completo. Confesso que o meu maior medo, não é exatamente o de ser engolido pelas tarefas, mas do ônus que isso possa trazer: o sujeito engolido é um sujeito morto na medida em que se torna incapaz de perceber o mundo através da sua lente, a lente da reflexão.

Por isso voltei. Porque aqui dicuto e reflito. Porque aqui sou vivo e sou pleno.
No momento fico com uma ótima do Pierre Janet:

Discutir é refletir com os outros; refletir é discutir consigo mesmo.

Cheers!

efeméride

Ainda em tempo: parabéns!
Parabéns,sempre colhendo com a mão a pimenta e o sal.

domingo, 19 de fevereiro de 2006

Gauche

Sempre tive talento pra ser gauche na vida.
Aos 5 anos desejava ser "consertador" de máquina de lavar, talvez porque esta fosse a profissão mais incrível que conhecesse naquela idade. Depois virei criança nerd porque em alguma coisa eu precisava ser bom - não, não me julgava bonito tão pouco habilidoso nas aulas de educação física.
Superadas essas pequenas mazelas e com tudo em cima aos 28, ainda não me acostumei com esta minha nova condição.
Ser gauche era o driveforce da minha vida.

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Vagina limpa



Essa aí é Galeria fechada. Grandes Galerias, ou Galeria do Rock como queira. Fechada na cola do Atari, da Funhouse, do Bocage e do Madame Satã também. Não vou reproduzir aqui tudo o que tem rolado nas comunidades do orkut a respeito disso - me resigno a dizer no melhor estilo Regina Duarte, aquela da vagina limpa, que eu tenho medo.
É. Como uma Regina Duarte às avessas eu tenho medo. Não especificamente do Serra, mas do que ele representa. Antes de continuar a campanha anti-PSDB deixo clara a minha posição política: a da descrença quase total, a de que quem pensa votar em tentativa derradeira no PSOL da Heloísa Helena ou anular o voto caso ela não seja candidata.
Esclarecido isto voltemos ao causo. Eu tenho medo do que o Serra representa. O Serra ou o picolé de chuchu conhecido como governador do estado.
Essa mão pesada de lobo em pele de cordeiro me assusta porque soa como uma ditadura branca facilmente comprada por desavisados que acreditam na figura do líder salvador, trabalhador e justo, o líder que apareceu pra botar ordem no terreiro. O líder narcísico.
Só que por detrás de tudo isto, há forças ocultas.
Acontece que nas entrelinhas desta história há sussuros e são estes sussurros que me preocupam.

Qual era mesmo o filósofo contemporâneo que disse que vivemos numa Era Bush?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

I Used to Be Color Blind

Strange
How a dreary world can suddenly change
To a world as bright as the evening star
Queer
What a difference when your vision is clear
And you see things as they really are

I used to be color-blind
But I met you and now I find
There's green in the grass
There's gold in the moon
There's blue in the skies

That semi-circle that was always hanging about
Is not a storm cloud, it's a rainbow
And you brought the colors out

Believe me it's really true
Till I met you I never knew
A setting sun could paint such beautiful skies

I never knew there were such lovely colors
And the big surprise
Is the red in your cheeks
The gold in your hair
The blue in your eyes

* * *
Ao Muras.
Beijos, querido.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

.

Essa moda de que o melhor do Brasil é o brasileiro me dá nojo.
'Gente que faz', sabe?

Principalmente quando utilizada pelo governo como meio de controle e de regulação na educação.

domingo, 1 de janeiro de 2006

Presentes





Falando dos sabores envolvidos na festa de ano novo e de toda sorte do grumo de sensações sinestésicas que não sei bem nomear, digo que esta foi a melhor entrada de ano que tive em todos estes nesta indústria vital.

Unidos pelo orkut, pela sensação de comunidade, surgiu a festa dos moradores deste prediozão sinuoso. Os que não se conheciam, conhecendo um ao outro ficaram. Somaram-se ainda fotos, boa mesa e uma expedição ao terraço, por mim desconhecido até então.

Meia noite. Todos do alto dos 32 andares víamos a cidade explodir em multicores ao mesmo tempo que nos abraçávamos numa onda de bons fluidos, na esperança de cremar na mesma intensidade daquelas explosões o ano macambúzio que acabava de terminar.

A cidade pequena e grande ao mesmo tempo lá embaixo.
Então percebi que além da cidade, nossa nobre convidada, o melhor da festa também estava naquele micromundo sinuoso - os presentes.

Muito bom tê-los conhecido.