segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

I Used to Be Color Blind

Strange
How a dreary world can suddenly change
To a world as bright as the evening star
Queer
What a difference when your vision is clear
And you see things as they really are

I used to be color-blind
But I met you and now I find
There's green in the grass
There's gold in the moon
There's blue in the skies

That semi-circle that was always hanging about
Is not a storm cloud, it's a rainbow
And you brought the colors out

Believe me it's really true
Till I met you I never knew
A setting sun could paint such beautiful skies

I never knew there were such lovely colors
And the big surprise
Is the red in your cheeks
The gold in your hair
The blue in your eyes

* * *
Ao Muras.
Beijos, querido.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

.

Essa moda de que o melhor do Brasil é o brasileiro me dá nojo.
'Gente que faz', sabe?

Principalmente quando utilizada pelo governo como meio de controle e de regulação na educação.

domingo, 1 de janeiro de 2006

Presentes





Falando dos sabores envolvidos na festa de ano novo e de toda sorte do grumo de sensações sinestésicas que não sei bem nomear, digo que esta foi a melhor entrada de ano que tive em todos estes nesta indústria vital.

Unidos pelo orkut, pela sensação de comunidade, surgiu a festa dos moradores deste prediozão sinuoso. Os que não se conheciam, conhecendo um ao outro ficaram. Somaram-se ainda fotos, boa mesa e uma expedição ao terraço, por mim desconhecido até então.

Meia noite. Todos do alto dos 32 andares víamos a cidade explodir em multicores ao mesmo tempo que nos abraçávamos numa onda de bons fluidos, na esperança de cremar na mesma intensidade daquelas explosões o ano macambúzio que acabava de terminar.

A cidade pequena e grande ao mesmo tempo lá embaixo.
Então percebi que além da cidade, nossa nobre convidada, o melhor da festa também estava naquele micromundo sinuoso - os presentes.

Muito bom tê-los conhecido.